A impressão que tive ao ler estas linhas foi a seguinte: quando se está sozinho, se tem certa liberdade, mas esta liberdade pode subitamente se tornar um desvio, um caminho perdido. E então sente-se a falta de alguém para reorientá-lo.
Foi uma impressão que tive muito rapidamente, tão breve quanto o próprio texto. Texto este que tem muito de seu charme justamente nesta subjetividade. Você o escreve, alguém o lê, e você aprende mais a partir de seu próprio trabalho.
Isso é uma interpretação muito interessante! :) Sim, é verdade, os textos falam sempre por si: mal acabam de ser escritos, o autor perde a sua autoridade sobre a interpretação deles.
Este comentário é um de mera confirmação. Concordo a 90% com a opinião de Lucas, e o que falta é mesmo só a parte do "a liberdade pode subitamente tornar-se um desvio".
Eu, iria mais aos pólos, e numa acepção extremista creio que tenho que refutar que a liberdade não se pode tornar num desvio: a liberdade TEM imensos desvios, dê por onde der, é assim que funciona, o facto de o teu pensamento se considerar livre, implica que já te desviaste do pensamento comum, e segundo a velha máxima, não sendo o homem perfeito, todo o homem [ou a mulher, entenda-se :)] cai e perde-se nas mais variadas situações, quase todas elas, para não dizer todas, quando lhe é dado maior liberdade. E sim, falta alguém para re-orientar, a chatice nsto tudo, é que nem sempre está lá alguém...
A impressão que tive ao ler estas linhas foi a seguinte: quando se está sozinho, se tem certa liberdade, mas esta liberdade pode subitamente se tornar um desvio, um caminho perdido. E então sente-se a falta de alguém para reorientá-lo.
Foi uma impressão que tive muito rapidamente, tão breve quanto o próprio texto. Texto este que tem muito de seu charme justamente nesta subjetividade. Você o escreve, alguém o lê, e você aprende mais a partir de seu próprio trabalho.
Isso é uma interpretação muito interessante! :) Sim, é verdade, os textos falam sempre por si: mal acabam de ser escritos, o autor perde a sua autoridade sobre a interpretação deles.
Este comentário é um de mera confirmação. Concordo a 90% com a opinião de Lucas, e o que falta é mesmo só a parte do "a liberdade pode subitamente tornar-se um desvio".
Eu, iria mais aos pólos, e numa acepção extremista creio que tenho que refutar que a liberdade não se pode tornar num desvio: a liberdade TEM imensos desvios, dê por onde der, é assim que funciona, o facto de o teu pensamento se considerar livre, implica que já te desviaste do pensamento comum, e segundo a velha máxima, não sendo o homem perfeito, todo o homem [ou a mulher, entenda-se :)] cai e perde-se nas mais variadas situações, quase todas elas, para não dizer todas, quando lhe é dado maior liberdade. E sim, falta alguém para re-orientar, a chatice nsto tudo, é que nem sempre está lá alguém...