Mais dois poemas minimalistas

I

- Leva-me barco! pois decidi dedicar-me.

Mar a diversão e a sensação.
O ideal e a ambição, a âncora.


II

Pedra morta na minha mente,
Tempo de te arrancar
Por mais que me doa.


2 comentário/s:

  1. Diogo Silva

    Okay, preciso de uma crítica honesta. Acham-nos fracos, assim-assim, ou satisfazem-vos? Qual dos dois vos parece melhor e porquê?

    É a primeira vez que começo seriamente a experimentar um estilo minimalista (se bem que já tinha sido influenciado por ele antes), e creio que ainda tenha muito, muito para aprender. Não quero ser demasiado vago: antes mais claro e acessível. No entanto parece-me que é exactamente isso o que NÃO são.

     
  2. Tiago Russo

    O segundo texto, é, na minha opinião bastante mais directo e objectivo que o primeiro. Contudo, não gosto do segundo. O tipo de tema que aborda, acho que ficaria melhor, em termos escritos, apresentado de uma forma mais subjectiva, o que acontece no primeiro poema.

    Quanto ao primeiro, acho que a última palavra assenta no texto de forma magnífica, após uma divagação ifinitiva, do género: "leva-me, para um infinito qualquer em busca de novas experiências e emoções", eis que surge a pausa, o travão, a consciência: a âncora :)

     

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