Reflectindo um pouco...

Em resposta ao texto "Love is..." em TRD Fusion, tendo acabado de o comentar, optei também por aqui pôr o que escrevi, com mínimas alterações depois de uma revisão.

O amor é sentir o dia-a-dia de maneira diferente. E depois pensar nisso. Ou deixarmo-nos levar. Ou os dois, mas seja como for, saímos sempre alterados, e é uma questão de observar essas alterações para nos tentar perceber melhor o que na verdade somos (o que ainda escondemos muito de nós próprios).

Será que estamos mesmo a fazer coisas que ("nós homens") não queremos, ou simplesmente a abrir uma parte da nossa pessoa da qual não sabíamos existir? Ou os dois? E então, como identificamos um do outro: qual dos dois casos estamos a libertar e expandir a nossa personalidade, e qual dos dois a fazer um teatro aprisionante da nossa maneira de ser?

Se é para o primeiro caso, não me importo nada de mudar. Ou antes, de evoluir (de crescer?), porque continuarei a ser o mesmo individuo, simplesmente mais consciente de algumas das minhas características, que poderão enriquecer a minha maneira de ser como pessoa (sentir-me-ei mais livre).


3 comentário/s:

  1. fiwipa

    vou xer a 1 a comentar??
    ena k coisa magnifica =)
    tu reflectindo =)
    goxtei :) continua
    :)


    hj quem nao esta com inspiraxao so eu :/ mas pronto xD
    Sabx k eu digo o que acho e olha adorei o texto :)


    kalker dia temos escritor ai se temos xD



    bjnho grande na buchecha <4 e espero que cnguias o que mais esperas :$ xbx k to aki po que precisares friend

     
  2. Vasques

    Gostei bastante do tema e por me achar neste momento capaz de o comentar vou deixar aqui o meu comentario. O amor tras coisas positivas no aspecto de sermos amados, idolaterados e mimados por alguem. Se amarmos mesmo a outra pessoa entao o nosso sentimento sera reciproco e fazermos o mesmo pela outra pessoa para que esta se sinta amada e desejada. O problema é que muitas vezes escondemos uma parte de nos menos boa so para tentar nao afectar a outra pessoa. Acabamos por ser uma pessoa diferente em muitos dos casos, ou seja uma transformaçao da nossa personalidade numa personalidade mais afavel, mais relaxada por assim dizer. Na minha opiniao nunca devemos deixar de ser aquilo que somos indepentemente de amarmos e sermos amados ou casa uma destas coisas simplesmente nao aconteça. Devemos ser sempre quem somos e deixar bem claro a nossa personalidade seja em que momento for. Apesar disto tudo o amor acaba por ser um contrato tambem. No sentido em que eu dou-te aquilo que tu queres e tu das me aquilo que eu quero. E quando uma das partes falha as coisas acabam por se desintegrar. Hoje em dia a palavra amo-te é muitas vezes mal emprege e dita por tudo e por nada. Devemos entao reflectir bem sobre isto e ver se realmente amamos essa pessoa ou se é apenas pelo facto de nos fazer sentir bem no momento. Eu considero-me uma pessoa com dificuldades em manter uma relaçao a longo prazo, devido a minha personalidade de nao me sentir sufocado nem preso a toda a hora, e ai está, eu nao mudo a minha personalidade por nada. Aprendi a pensar assim. Espero que este comentario seja susceptivel de mais comentarios e de um maior dialogo acerca deste tema. Um abraço

     
  3. Diogo Silva

    Sim, concordo. E também não vai ser por mostrarmos a maneira que realmente somos que a outra pessoa vai perder interesse em nós... a não ser, claro, que essa pessoa nunca sentiu nada muito forte por nós. Porque se o sente, não se vai importar de certeza.

     

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